28 de fevereiro de 2010

Amor a 1ª vista existe ou é coisa de filme?

A primeira impressão é a que fica, mas não se imaginava que ela fosse tão instantânea. Ao conhecer uma nova pessoa, os primeiros dez minutos podem decidir se o encontro se transformará ou não em amizade no futuro. Com menos tempo que isso, ainda que meros três minutos, um indivíduo decide que tipo de relacionamento terá – se é que vai ter – com um novo conhecido. As conclusões são de um estudo feito em duas universidades norte-americanas e publicada no Journal of Social and Personal Relationships. Os autores, Artemio Ramirez Jr., da Universidade do Estado de Ohio, e Michael Sunnafrank, da Universidade de Minnesota, contaram com a ajuda de 164 voluntários, todos calouros das duas instituições. Os alunos foram reunidos no primeiro dia de aula, aos pares, com indivíduos do mesmo sexo que até então não conheciam. Os participantes foram divididos em grupos que conversaram durante três, seis e dez minutos. Depois dos encontros, preencheram questionários em que responderam como achavam que o relacionamento com o recém-conhecido se desenrolaria no futuro, em classificações que iam de “meros conhecidos” a “amigos íntimos”. Também disseram quanto achavam que tinham em comum com o outro. Nove semanas depois, os voluntários passaram por novo questionário, para determinar o tipo de relacionamento que evoluiu a partir do primeiro encontro. Os resultados mostraram que a primeira impressão definiu como se comportou a relação entre os alunos. Aqueles que responderam mais positivamente, classificando o encontro como de grande potencial, foram os que acabaram mais próximos, relatando no segundo questionário amizade ou amizade íntima. A avaliação feita no primeiro encontro foi mais predominante para a evolução do relacionamento do que a quantidade de pontos em comum, obtidos a partir do questionário. Outro ponto surpreendente é que os resultados foram os mesmos para todos os encontros, não importando se tiveram três, seis ou dez minutos. Os julgamentos são muito rápidos. Fazemos uma previsão sobre o tipo de relacionamento que teremos com a pessoa e isso ajuda a determinar o quanto estaremos colocando nessa relação”, disse Ramirez. “Se a primeira impressão foi negativa, a comunicação em seguida passa a ser restrita, dificultando o desenvolvimento de qualquer tipo de amizade.” Os cientistas norte-americanos acreditam que o comportamento deve ser o mesmo para encontros de pessoas com diferentes sexos. “Relacionamentos românticos provavelmente são similares aos que estudamos: eles começam com os participantes fazendo julgamentos muito rapidamente. Queremos avaliar essa possibilidade no futuro”.
Em minha opinião acho que não existe,você pode ate ver e se encantar e achar bonito mas jamais o amor nasce assim,e vocês o que acham? Quero sua opinião!

2 comentários:

Unknown disse...

Eu acho q vc pode se encontrar ou não com uma pessoa logo de cara, mas não da pra basear o relacionamento futuro por esse momento, já conheci pessoas q de cara achei bem legais, mas acabou q não rendeu nem mais que um dia de papo, e por outro lado pessoas q o santo não bateu de cara e que agora me dou super bem, e em relação ao amor romântico, eu acredito q o maior de verdade se constrói com o tempo, vc pode ate se apaixonar loucamente pela pessoa casar e ser feliz, mas é muito difícil, normalmente a relação vai se firmando com o tempo.

Anônimo disse...

Primeiro eu achei uma baixaria... Isso foi estudo pra amor à primeira vista gay? Se não, já deveriam ter feito com casais, ora.
E outra, não sei se é porque sou diferente, mas acho que a primeira impressão não vale nada. Eu mesmo nem lembro de quando conheci meus amigos. Não faço a menor idéia de como estávamos, do que achei deles.
Concordo plenamente com Carol. E é, a gente é bem diferente mesmo. Não somos normais, amigas. kkk